Em 24 de maio, redigi uma reflexão sobre as avaliações geralmente utilizadas em sala de aula para medir o conhecimento dos alunos. Como meu TCC, aborda esta temática, ou seja, tudo que permeia o planejamento do professor, evidentemente não poderia deixar de aprofundar minha postagem sobre a avaliação.
Segundo os estudos de Moretto,(2009) avaliar o próprio processo de avaliação a ser tomado pelo professor, remete a dois aspectos: A avaliação analítica, sistemática e contínua, conhecida também como formativa ou qualitativa e a avaliação sistemática, ou o momento destinado à síntese. A primeira é parte integrante do processo de ensinar e se funde com o mesmo. Isto é, além do professor ministrar a atividade escolhida, ao mesmo tempo , ele avalia como os alunos desenvolvem-na. Por exemplo, quando explica um novo conceito e observa os semblantes nos rostos dos pequenos, nota que alguns alunos ficam sérios, ou frangem a testa, percebe que é preciso retomar e explicar e exemplificar novamente, trilhando um novo caminho.
Este tipo de avaliação, está conectado diretamente à competência de percepção do professor frente aos sinais emitidos pelo aluno, flexibilizando assim, o planejado. E é aí que está o grande desafio em ser professor, pois temos que ser extremamente rápidos para captar estes sinais, e buscar criatividade para tomar a decisão no replanejamento. Toda esta ação, também pode ser denominada como o famoso “jogo de cintura” e trata-se justamente da competência para ensinar.
A avaliação sistemática, planejada de tempos em tempos. Geralmente o professor utiliza este tipo de avaliação em forma de atividades concretas como provas ou trabalhos. Há de se ver este momento como uma pausa estratégica para avaliar o processo de ensino-aprendizagem, com o intuito de absorver novos sinais indicadores de aprendizagem. Da mesma forma que na avaliação analítica, o professor deverá inclinar-se para buscar outros caminhos a serem prosseguidos caso os resultados não sejam os esperados pelo professor.
De maneira alguma a avaliação da aprendizagem tem por finalidade punir ou reprovar o aluno. Na verdade sua principal função é ser um instrumento indicador de sinais de aprendizagem significativas, auxiliando o educador a reorganizar, replanejar e até mesmo resignificar o planejamento, Buscando contemplar a aprendizagem de todos. É classificatória sim, pois no momento em que diagnosticamos se houve aprendizagem ou não, percebemos as diferenças entre um aluno e outro, classificando-os, porém ao diagnosticar o foco do problema, se trabalha para solucioná-lo.
Este tipo de avaliação, está conectado diretamente à competência de percepção do professor frente aos sinais emitidos pelo aluno, flexibilizando assim, o planejado. E é aí que está o grande desafio em ser professor, pois temos que ser extremamente rápidos para captar estes sinais, e buscar criatividade para tomar a decisão no replanejamento. Toda esta ação, também pode ser denominada como o famoso “jogo de cintura” e trata-se justamente da competência para ensinar.
A avaliação sistemática, planejada de tempos em tempos. Geralmente o professor utiliza este tipo de avaliação em forma de atividades concretas como provas ou trabalhos. Há de se ver este momento como uma pausa estratégica para avaliar o processo de ensino-aprendizagem, com o intuito de absorver novos sinais indicadores de aprendizagem. Da mesma forma que na avaliação analítica, o professor deverá inclinar-se para buscar outros caminhos a serem prosseguidos caso os resultados não sejam os esperados pelo professor.
Fonte:
MORETTO Vasco Pedro – PLANEJAMENTO: Planejando a educação para o desenvolvimento de competências. 4ª ed. Petrópolis, RJ: Editora VOZES, 2009;
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